Humor

FAZ SENTIDO

O bêbado passa em frente a um templo evangélico e escuta o maior barulho, gente chorando, gritando, desmaiando, berrando, estremecendo. Ele pergunta a alguém que está à porta:
– Que é que tá acontecendo aí dentro?
– Jesus está operando, irmão!
E o bêbado:
– Pô, mas sem anestesia?

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O PADRE E O SECADOR DE CABELO

Uma Senhora muito distinta estava em um avião vindo da Suíça. Vendo que estava sentada ao lado de um padre simpático, perguntou:
– Desculpe-me, padre, posso lhe pedir um favor?
– Claro, minha filha, o que posso fazer por você?
– É que eu comprei um novo secador de cabelo sofisticado, muito caro. Eu realmente ultrapassei os limites da declaração e estou preocupada com a Alfândega. Será que o Senhor poderia levá-lo debaixo de sua batina?
– Claro que posso, minha filha, mas você deve saber que eu não posso mentir!
– O Senhor tem um rosto tão honesto, Padre, que estou certa que eles não lhe farão nenhuma pergunta. E lhe deu o secador.
O avião chegou a seu destino. Quando o padre se apresentou à  Alfândega, lhe perguntaram:
– Padre, o senhor tem algo a declarar?
O padre prontamente respondeu:
– Do alto da minha cabeça até a faixa na minha cintura, não tenho nada a declarar, meu filho.
Achando a resposta estranha, o fiscal da Alfândega perguntou:
– E da cintura para baixo o que o Senhor tem?
– Eu tenho um equipamento maravilhoso, destinado ao uso doméstico, em especial para as mulheres, mas que nunca foi usado. Caindo na risada, o fiscal exclamou:
– Pode passar, Padre! O próximo…
A inteligência faz a diferença.

“Não é necessário mentir, basta escolher as palavras certas”.

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MODÉSTIA MINEIRA

Estava um amigo num passeio em Roma quando, ao visitar a Catedral de São Pedro, ficou abismado ao ver uma coluna de mármore com um telefone de ouro em cima.
Vendo um jovem padre que passava pelo local foi perguntar razão daquela ostentação. O padre então lhe disse que aquele telefone estava ligado a uma linha direta com o paraíso e que se ele quisesse fazer uma ligação teria de pagar  100 dólares. Ficou tentado com o trem, porém declinou da oferta.

Continuando a viagem pela Itália encontrou outras igrejas com o mesmo telefone de ouro na coluna de mármore. Em cada uma das ocasiões  perguntou a razão da existência e a resposta era sempre a mesma:
– Linha direta com o paraíso ao custo de 100 dólares a ligação.
Depois da Itália, chegando ao Brasil, foi direto para Lamim. Ao visitar a nossa gloriosa Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, ficou surpreso ao ver novamente a mesma cena: uma coluna de  mármore com um telefone de ouro.
Sob o telefone um cartaz que dizia:

LINHA DIRETA COM O PARAÍSO – PREÇO POR LIGAÇÃO = R$ 0,25 (VINTE E CINCO CENTAVOS)
Não agüentou e disse:

– “Uai, padre, viajei por toda a Itália e em todas as catedrais que visitei vi telefones exatamente iguais a este, mas o preço da chamada era 100 dólares. Por que aqui é somente R$ 0, 25?
O Padre sorriu e disse ao meu amigo:

– Você está em Minas Gerais. Aqui a ligação é local.  É QUE O PARAÍSO É AQUI!

(colaboração do laminense Geraldo Carmo de Assis)
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Um engenhoso exemplo de oratória e política, ocorrido recentemente na ONU, fez sorrir a comunidade mundial lá presente.

O representante de Israel na ONU:
– Antes de começar meu discurso queria contar-lhes algo sobre Moisés (todos curiosos)
Quando Moisés golpeou a rocha e dela saiu água, pensou “que boa oportunidade para tomar um banho”.
Tirou a roupa, deixou-a junto da pedra e entrou na água.
Quando acabou de banhar-se e quis vestir-se, a roupa tinha sumido!
– Os palestinos tinham-na roubado!
O representante da Palestina levantou-se furioso e bradou:
– Que bobagem, nem havia palestinos naquela época!
O representante de Israel sorriu e disse:
– Muito bem, e agora que ficou claro quem chegou primeiro a esse território e quem foram os invasores, posso começar o meu discurso…

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Alguém sabe explicar, num português claro e direto, sem figuras de linguagem, o que quer dizer a expressão “no frigir dos ovos”?

Resposta:
Quando comecei, pensava que escrever sobre comida seria sopa no mel, mamão com açúcar. Só que depois de certo tempo dá crepe, você percebe que comeu gato por lebre e acaba ficando com uma batata quente nas mãos. Como rapadura é doce, mas não é mole, nem sempre você tem idéias e pra descascar esse abacaxi, só metendo a mão na massa. E não adianta chorar as pitangas ou, simplesmente, mandar tudo às favas.
E, já que é pelo estômago que se conquista o leitor, o negócio é ir  comendo o mingau pelas beiradas, cozinhando em banho-maria, porque é  de grão em grão que a galinha enche o papo. Contudo é preciso tomar cuidado para não azedar, passar do ponto, encher linguiça demais. Além disso, deve-se ter consciência de que é necessário comer o pão que o diabo amassou para vender o seu peixe. Afinal não se faz uma boa omelete sem antes quebrar os ovos.
Há quem pense que escrever é como tirar doce da boca de criança e vai com muita sede ao pote. Mas, como o apressado come cru, essa gente acaba falando muita abobrinha. São escritores de meia tigela, trocam alhos por bugalhos e confundem Carolina de Sá Leitão com caçarolinha de assar leitão.
Há também aqueles que são arroz de festa, com a faca e o queijo nas mãos, eles se perdem em devaneios (piram na batatinha, viajam na maionese, etc.). Achando que beleza não põe mesa, pisam o tomate, enfiam o pé na jaca, e no fim quem paga o pato é o leitor que sai com cara de quem comeu e não gostou.
O importante é não cuspir no prato em que se come, pois quem lê  não é tudo farinha do mesmo saco. Diversificar é a melhor receita para engrossar o caldo e oferecer um texto de se comer com os olhos, literalmente.
Por outro lado se você tiver os olhos maiores que a barriga, o negócio desanda e vira um verdadeiro angu de caroço. Aí, não adianta chorar sobre o leite derramado, porque ninguém vai colocar uma azeitona na sua empadinha, não. O pepino é só seu, e o máximo que você vai ganhar é uma banana. Afinal pimenta nos olhos dos outros é refresco…
A carne é fraca, eu sei. Às vezes dá vontade de largar tudo e ir plantar batatas. Mas quem não arrisca não petisca, e depois, quando se junta a fome com a vontade de comer, as coisas mudam da água pro vinho.
Embananar, de vez em quando, é normal. O importante é não desistir, mesmo quando o caldo entornar. Puxe a brasa pra sua sardinha, que no frigir dos ovos a conversa chega na cozinha e fica de se comer  rezando. Daí, com água na boca, é só saborear, porque, o que não mata, engorda.

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Postado em 31/05/2012

Um menino de 15 anos de idade e seu pai entraram em um shopping pela primeira vez. Eles ficaram impressionados com quase tudo o que viram, mas especialmente por duas brilhantes paredes de prata que poderiam abrir e fechar.
O menino perguntou: – “O que é isto, pai?”
O pai, que nunca tinha visto um elevador, respondeu: – “Filho, eu nunca vi nada parecido em minha vida, eu não sei o que é.”

Enquanto os dois estavam assistindo com perplexidade, uma senhora idosa, gorda, em uma cadeira de rodas chegou perto das portas e apertou um botão. As portas se abriram e a senhora rolou entre elas  e entrou em um quarto pequeno. As portas fecharam e o menino e seu pai observavam o pequeno número acima das portas acender sequencialmente. Eles continuaram a assistir, até que chegou ao último número e, depois os números começaram voltar na ordem inversa. Finalmente, as portas se abriram novamente e uma linda loira de mais ou menos  24 anos,  saiu do quartinho.
O pai, sem tirar os olhos da moça, disse calmamente ao seu filho:

– “Vá buscar sua mãe!”

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Após o corte o florista perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia,
havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.
Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
– Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora.
No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.
Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo.
Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
– Não posso aceitar seu dinheiro porque
estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa é a diferença entre os cidadãos e os políticos.

“Os políticos e as fraldas devem ser trocados frequentemente e pela mesma razão.”
(Eça de Queiróz)

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Diz a lenda que Rui Barbosa, ao chegar em casa, ouviu um barulho estranho vindo do seu quintal. Chegando lá, constatou haver um ladrão tentando levar seus patos de criação. Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo- o, quando este tentava pular o muro com os patos, disse-lhe:
– Oh, bucéfalo anácrono! Não o interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas, sim, pelo ato vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo; mas se é para zombares da minha elevada prosopopéia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei, com minha bengala fosfórica, bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.

E o ladrão, confuso, diz:
– Dotô, resumino, eu levo ou deixo os pato?

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Pedido de dispensa do Serviço Militar

Um jovem escreveu a seguinte carta para o oficial responsável pela dispensa do Serviço Militar.

‘Prezado Oficial Militar:
Venho por intermédio desta, pedir a minha dispensa do serviço militar. A razão para isso é bastante complexa e tentarei explicar em detalhes.
Meu pai e eu moramos juntos e possuímos um rádio e uma televisão. Meu pai é viúvo e eu solteiro. No andar de baixo, moram uma viúva e sua filha, ambas muito bonitas e sem rádio e nem televisão. O rádio e a televisão fez com que nossas famílias ficassem mais próximas.
Eu me apaixonei pela viúva e casei com ela. Meu pai se apaixonou pela filha e também se casou com esta.
Neste momento, começou a confusão. A filha da minha esposa, a qual casou com o meu pai, é agora a minha madrasta.
Ao mesmo tempo, porque eu casei com a mãe, a filha dela também é minha filha (enteada).
Além disso, meu pai se tornou o genro da minha esposa, que por sua vez é sua sogra.
A minha esposa ganhou recentemente um filho, que é irmão da minha madrasta. Portanto, a minha madrasta também é a avó do meu filho, além de ser seu irmão. A jovem esposa do meu pai é minha mãe (madrasta), e o seu filho ficou sendo o meu irmão.
Meu filho é então o tio do meu neto, porque o meu filho é irmão de minha filha (enteada). Eu sou, como marido de sua avó, seu avô. Portanto, sou o avô de meu irmão.
Mas como o avô do meu irmão também é o meu avô, conclui-se que eu sou o avô de mim mesmo !!!
Portanto, Senhor Oficial, eu peço dispensa do serviço militar baseado no fato de que a lei não permite que avô, pai e filho sirvam ao mesmo tempo.
Em caso de dúvida, releia o texto várias vezes, ou tente desenhar um gráfico, para constatar que o meu argumento realmente está inteiramente correto.
(a.) Avô, pai e filho.’

Conclusão: O rapaz foi dispensado

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QUER SABER O QUE É O AMOR?

O amor não ilumina o seu caminho. O nome disso é poste.

O amor não é aquilo que supera barreiras. O nome disso é gol de falta.

O amor não traça o seu destino. O nome disso é GPS.

O amor não te dá forças para superar os obstáculos. O nome disso é tração nas quatro rodas.

O amor não mostra o que realmente existe dentro de você. O nome disso é endoscopia.

O amor não atrai os opostos. O nome disso é imã.

O amor não é aquilo que dura para sempre. Isso é a Hebe Camargo.

O amor não é aquilo que surge do nada e em pouco tempo está mandando em você. Isso é Dilma Rousseff.

O amor não é aquilo que te deixa sem fôlego. O nome disso é asma.

O amor não é aquilo que te faz perder o foco. O nome disso é miopia.

O amor não é aquilo que te deixa maluco, te fazendo provar várias posições na cama. Isso é insônia.

O amor não faz os feios ficarem pessoas maravilhosas. O nome disso é dinheiro.

O amor não é o que o homem faz na cama e leva a mulher à loucura. O nome disso é esquecer a toalha molhada na cama.

O amor não é aquilo que toca as pessoas lá no fundo. O nome disso é exame de próstata.

O amor não faz a gente enlouquecer, não faz a gente dizer coisas pra depois se arrepender: o nome disso é vodka.

O amor não faz você passar horas conversando no telefone. O nome disso é promoção da TIM, OI, VIVO, CLARO…

O amor não te dá água na boca. O nome disso é bebedouro.

O amor não é aquilo que te alegra, mas depois te decepciona. Isso é pote de sorvete.

O amor não é aquilo que entra na sua vida e muda tudo de lugar. O nome disso é empregada nova.

O amor não é aquilo que te deixa bobo, rindo à toa. O nome disso é maconha.

O amor não é aquilo que gruda em você e quando vai embora arranca lágrimas. O nome disso é cera quente.

Amor não é aquilo que, quando chega, você reza para que nunca tenha fim. Isso é férias.

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